Ele me encarava aqueles olhos profundos estavam fincados nos meus, a espada tocava meu ombro, não havia mais ninguém, era apenas ele que parecia estar em uma briga, seu rosto mostrava determinação, mas podia ouvir sua respiração ofegante, ele não está pronto para me mata, só não entendia o porquê. — Me mata, não é isso que deseja? — Eu o encarei e levantei mais o pescoço, era melhor que ele terminasse com isso, não irei implorar. — Não a quer morta, não desejo isso. — Ele disse, mas não retirou a espada. — Tem que fazer. — Ele é o cachorrinho da rainha, tem que fazer. — Tenho? — Ele abaixa a espada e sorri. — Por quê? — Sou a inimiga da sua tão amada rainha. — Ele estava brincando comigo. — Se a quisesse morta teria lhe matado no momento em que pisou os pés no acampamento. — Sabia q

