Eu só conseguia pensar em Sammuel, não tinha noticias dele a muitas horas, e eu já estava ficando louca. Usar o celular não era uma opção, em grande parte por que eu ainda esperava que ele surgisse como um cavaleiro de armadura para me resgatar de todo aquele inferno que eu vivia. Os preparativos para o festival estavam a milhão, na verdade, consistia em um monte de gente se pegando pelos corredores, e um ritual que se chamava purificação. Que significava encher o c* de bebida a noite inteira. Sim, somos libertinos. E eu jamais vou entender o conservadorismo do meu pai, de verdade mesmo. Michael se aproximou de mim e segurou a p***a da minha mão, eu tentei rejeita-lo mas ele segurou ainda mais forte. - Parece até que você gosta da festa, não fez cara de paisagem pelos corredores...

