Me moveram para o meu quarto, ainda com correntes, eu era acompanhada o tempo todo. Eu sabia que algo de muito diabólico teria ali para justificar me tirarem do cárcere. Mas tudo bem, eu não sentia mais mas e nem reação ao ver o que parecia uma banheira no meu quarto. Quatro imbecis e dois guardas para garantir que eu não socasse alguém. - Que palhaçada é essa? - Eu falei arfando de ódio. - Princesa, é para o seu banho... É uma tradição nup... - Ela começou a falar a vagabunda, com um tom doce como se eu não tivesse me lembrado da desgraçada em frente a minha cela debochando do meu estado. Eu a interrompi, só as primeiras letras das palavras proferidas denunciavam os motivos. - Você disse núpcias? - Eu encarei com ódio. - Majestade, é isso... Mas só recebemos ordens! E mesmo acor

