Volkon sentiu um cheiro invadir seu território. Ele tinha uma toalha envolta a sua cintura, uma satisfação carnal no corpo e um olfato aguçado. Sendo um bom Stariano, ele estava disposto a saber o que estava invadindo o seu espaço sem a sua permissão. A porta automática fechou atrás de si enquanto deixava com orgulho sua fêmea descansar, mas começou a ter a suspeita de que foi vigiado. — Pryor, faça uma comunicação. — pediu o Azulado, indo em direção ao sistema de gavetários acoplados ao extremo do cômodo, notando que a voz não respondia. Seu alojamento foi invadido. Volkon tratou de pegar o machado , ouviu sua humana cantarolar do banheiro e procurou sorrateiramente por alguém. Não havia ninguém por nenhum dos cômodos, tudo que encontrou foi a base metalizada e destruída que comportav

