— A fêmea visivelmente o perdoou. — contou Galak em suas acomodações pessoais, mais precisamente em sua casa com os pés sobre a mesa do escritório, o peito nu e o mordomo lhe trazendo uma bebida quente. — Aqui está, senhor. — o alien pequeno, de antenas na testa, deixou a bebida ao seu lado e se retirou. — Então ela estava propícia. Devo acreditar nos instintos realmente elevados da espécie? — perguntou Gael, seu irmão. — Foi mais do que evidente, separá-lo o deixou louco e a fêmea estava corajosamente se voltando contra mim. — Galak pegou sua bebida, sorveu um gole e se levantou — Precisa acabar com este plano de me colocar no caminho, acho que ele já foi castigados o suficiente. Se o impedir de continuar, pode ser que ao invés de uma lição, Volkon faça outra besteira. — Entendo… —

