Kenny Banksy se encontrava na estéril sala de visitas da prisão de Londres, uma atmosfera sufocante que combinava com a gravidade de sua situação. Com as mãos inquietas e os olhos nervosos, ele esperava, sentado naquele banco frio e desconfortável. Sua mente estava cheia de perguntas, incertezas e um medo crescente da pena que pairava sobre ele. O agente de prisão que o acompanhara até ali estava em pé perto da porta, olhando-o com indiferença. Kenny, com sua notória autoconfiança, tentou abordar o agente, perguntando sobre a identidade de seu visitante. "Quem é meu visitante?" Kenny perguntou, tentando parecer seguro e no controle da situação. O agente, no entanto, não parecia disposto a fazer conversa fiada. "Não sou um mensageiro, Banksy. Apenas obedeça." Em seguida, o agente determ

