XXVIII

2064 Words

A voz mecanizada chamava pelos passageiros. Eu senti um chacoalhão no ombro e uma dor na nuca por ter cochilado na cadeira de espera. Quando abri os olhos, Lisa estava ali, com o seu sorriso aberto e amigável, mostrando os dentes e expondo toda sua euforia. — Ei, acorda aí! Tão chamando a gente. — me cutucou. Eu olhei ao redor, massageei a nuca e abri bem os olhos. Estava no aeroporto, sentada antemão a visão do vidro extenso que permitia visualizar as aeronaves gigantes que ia nos transportar. Em Nova York, no JFK, bem antes de entrar no avião. Mas, havia um minucioso detalhe, eu ainda me lembrava. Ainda tinha memórias de tudo o que vi, ou que ainda ia viver. — Onde está a Kate? — perguntei, um pouco confusa. — Acabou de ir no banheiro. Sabe que ela fica nervosa na hora de sair, né?

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