— Vire-se. — ordenou. Encostei o rosto na terra fria, senti o traseiro pro alto e suas mãos tocar as folhas que colaram na pele. Ele estendeu a palma, passou por toda a curva e alisou, tirando as folhas e a terra que tocou, sua mão grudou no meio da divisão da b***a e eu me recordei que tudo nele é maior, inclusive a mão. A palma pegava o começo da divisão e a ponta dos dedos tocavam nos nervos molhados, inchados de vontade. Suspirei, abri a boca, não me importei com os fios loiros cobrindo parte do meu rosto, mordi a ponta do dedo e tentei suprir um gemido quando ele entrou com o indicador, olhando de um jeito duro, tentando captar alguma coisa enquanto me tocava. Por instinto, levantei o traseiro, ele desceu a palma, afundou os dedos um pouco pai e dessa vez eu soltei um gemido. Male

