Eu tentei, me levantei pé ante pé da cama, consegui escorregar pelo meio e me libertar dos dois. Eu estava me sentindo aberta, podia jurar que o vento que batia na minha b***a entrava pelo toba e soprava dentro do meu intestino, mas ignorei o sentimento do regaço e tomei um banho, o mais silencioso possível. Os dois dormiam feitos pedras duras, e eu consegui fugir do quarto inteira. — Bom dia, dona flor. Como vai seus dois maridos? — quase tive um treco, coloquei a mão no peito e dei um olhar indignado para Andrômeda. — Estão dormindo. — suspirei — Não faz ideia da loucura que foi essa noite… — Ah, se eu tivesse dois Perseus… — murmurou risonha, passou por mim e me enviou um olhar sem vergonha. — Porque já está de pé, sabe que horas são? O sol ainda vai nascer. — Porque você já est

