Volto às dobras que abro, cuspo, acaricio e chupo novamente até ela relaxar e cooperar. Não sou de dar se*xo oral a ninguém, mas ela sempre foi a exceção à regra. Eu provo os líquidos que bebi até ficar satisfeito e fico de joelhos mostrando o p*au que ela massageava e untava com a sua umidade. — Tenha cuidado, não seja tão abrupto de novo. Ela implora como uma menina. O meu cérebro não processa bem os argumentos dela, o meu me*mbro só pede que eu transe com ela e eu faço isso, a suas mãos vão para os meus ombros para me fazer ir mais devagar quando nós dois sabemos que ela gosta de se*xo violento, do tipo que a faz desabafar palavras que pioram o meu julgamento porque ouço e vejo como não deveria, mas é tão prazeroso que dou rédea solta a tudo que me agrada. — Você sentiu falta do meu

