Eu massageio o meu pa*u que, não importa o que aconteça, vai se enterrar nela. Estou salivando para fazê-la se odiar, se odiar, detestar o simples fato de respirar e estar viva. Eu sei como ela se sentiu no passado com aqueles caras que m*al a tocaram, com o que eu vou fazer com ela vou deixá-la traumatizada. Abro as pernas e me posiciono na entrada que cuspo para penetrar. Mas uma batida na porta me faz parar o impulso e saio de debaixo das pernas da mais nova dos Wrights, atendendo ao chamado estrondoso e incessante. Eles sabem que não devem me incomodar. Deixei isso claro antes de sair do hotel. Abro a porta com raiva e o homem do outro lado empalidece quando aponto a minha arma para ele. — Eu... eu... senhor. Ele se recompõe. — Acabaram de me notificar que todas as suas casas nos Es

