Uma vez lá embaixo, ouvem-se ruídos vindos da sala de jantar, onde chegamos segundos depois, encontrando uma mulher na casa dos sessenta anos ou talvez mais. Ela está limpando a mesa de madeira, mas se vira quando sente que chegamos. — Bom dia senhor, Lucas. Ela cumprimenta e seus olhos brilham quando ele responde com uma gentileza que não é típica dele e eu meio que vejo isso de forma estranha. Ele dá dois passos e permite que a mulher o abrace e faça o sinal da cruz em seu rosto. Ele trata a mulher com respeito e carinho e isso me surpreende. — Você se casou! Deduz ela, me olhando novamente. — Não, mas talvez em breve. Aperto a sua mão pelo comentário inapropriado. — Horácio. Sr. Lucas acordou! A mulher grita de um momento para o outro, me deixando tensa pela rapidez. — Eu sou Carol

