— Simplesmente não pode ser. Sou eu quem pode decidir esse tipo de coisa. Recruto sarcasticamente, e a mulher apenas dá de ombros como se nada tivesse acontecido, enquanto eu sinto como se tivesse sido abandonado no meio de uma fogueira. Lembro do papel que tenho em mãos e cerro os punhos com o envelope. — Essa é toda a informação que tenho. Se você quiser saber mais, converse com a administração ou o diretor do hospital, como eles fizeram. Ela continua enquanto eu abro o que acabei de pegar. Há uma carta lá dentro, e a caligrafia corrida e o seu conteúdo deixam-me nervoso, aquecem o meu sangue a ponto de ficar ácido, e a raiva é tão grande que uma dor de cabeça logo começa a me incomodar. Eu vou levar ela daqui. A sua presença não faz nada além de perturbá-la, incontrolavelmente, e

