— Eu quero que você... esteja ciente do que vai enfrentar se tentar novamente. Eu respondo sem perder o contato visual, a minha voz é um fio, ficando mais baixa à medida que a minha respiração fica mais agitada, à medida que eu a prendo cada vez mais. — Então posso fazer o que eu quiser? — Não estou brincando. Eu fico irritado. — Nem eu... Ela quer dizer mais, mas não sei se estou pronto para ouvi-la. Eu monopolizo a sua boca para silenciá-la enquanto levo uma das minhas mãos até as suas costas e a levanto para que eu não precise me curvar e possa ficar confortável para fazer o que quero com ela. Com dificuldade ela retribui o beijo sem o mesmo ímpeto que eu exerço e eu roubo o pouco ar que lhe resta e não gosto disso. Quero que ela me beije como no quarto, como ontem e como sempre,

