Não acredito que ele me levou embora, não depois do que aconteceu. Não depois do que ele fez por mim. — Não sou a favor das suas piadas. E você não poderia simplesmente me levar para... onde quer que estejamos. Eu cerro os punhos. Os últimos momentos naquela cafeteria fazem o meu nariz arder, parece que engoli água salgada, os meus olhos ficam embaçados e me vejo com o sangue de Elliot novamente nas mãos e molhando o meu vestido. Não posso ficar aqui enquanto ele estiver... nem sei como ele está e isso só aumenta a dor que me oprime. — Ele sobreviveu? Eu pergunto, com medo de uma resposta negativa. — Ele estava vivo quando tirei você da clínica, mas, as suas chances de sobreviver são mínimas. Isso foi dito por um dos médicos que o atenderam. — Preciso voltar, não posso estar aqui sem

