Ele pega uma corda da mesa de objetos com a qual estava me torturando e num acesso de loucura em que ele se vira e me dá as costas, eu pulo na sua direção, mas para meu azar ele se vira novamente e eu enterro o que roubei no seu estômago, abrindo uma ferida que não o matará. Não teve a profundidade necessária para causar-lhe dano como ele merece. — Veja como você retribui o meu bom tratamento, sua miserável! Ele grita, me empurrando e me jogando no chão. — Ambos são igualmente sorrateiros e, como querem se parecer tanto, cumprirei as minhas promessas. Ele ameaça sem parar de atacar e me bate tanto que eu perco a noção e só por alguns instantes percebo como ele nos amarra e prega algo nas minhas mãos que torna doloroso movê-las. Ele me bate novamente, mas o último golpe consegue me nocaut

