— Assim como você agora? Espero que sim, não me importaria de morrer fo*dendo. Ele zomba na minha cara mordendo os meus lábios com tanta força que o gosto metálico do meu sangue retorna ao meu paladar. — Aproveite, aproveite que era isso que você estava procurando nele. Ser considerada uma ninguém, uma pessoa sem valor, uma pros*tituta, uma vagabu*nda. Ser a sua cad*ela. Porque é isso que você tem, nada mais. O que vocês dois tinham não passava de uma brincadeira para Lucas, caso contrário ele não teria concordado em deixar que eu falasse com você sem fazer nada. Ele permitiu. Imagino que o jogo de submisso e mestre o entediava e você oferecia um fetiche mais extremo. O que ele diz só aumenta e intensifica a minha dor, só crava o seu dedo mais fundo na ferida infectada do meu coração. —

