Lucas. A foto que me mostram me destrói, me apodrece e toca fibras que me levam aos instintos mais baixos, desejando a morte de Elliot. Eu vejo isso chegando. Ele já está morto, mesmo que não saiba. — Nós vamos matá-lo! O primo de Caroline ruge com raiva e eu nunca pensei que concordaríamos tanto. — Temos que matá-lo, mas primeiro temos que dar a ele o que ele merece. Ângelo descreve em italiano o que fará enquanto os pais e o tio entram com o rosto franzido. Jogo o telefone contra o quarto de hotel decadente onde estamos. — Calma. Diz Siena, a mãe, com lágrimas nos olhos. — Ele perecerá, sofrerá e pagarão caro pelo que ele fez a ela. — Todos terão a sua vez. Os meus instintos tremem e latem, querendo um tempo a sós com Elliot Stewart, que se esqueceu de que podemos estar em guerra,

