Empurro a minha cadeira para trás quando os seus olhos se fixam nos meus, e aquele gesto sádico que vi em poucas pessoas permanece em seu rosto. É impossível eu estar errada. Um medo diferente cresce por dentro quando vejo que ele está vindo direto na nossa direção, vejo em câmera lenta cada passo e movimento que ele faz enquanto coloco a mão no telefone, mas interrompo a intenção ao vê-lo colocar a mão no cós da calça. — Elliot. Cuidado. Eu exclamo desesperada ao ver o que ela sacou a arma. Levanto-me de repente, empurro a cadeira para trás e ela cai. Elliot também se levanta com a reação que tenho, se vira e vê a mesma coisa que eu. — Ele é um dos funcionários do A... Elliot vem contra mim, me colocando atrás dele enquanto encara o homem que tenta apontar a arma que tirou da cintura

