Bin narrando Quando ela me perguntou se a gente já sabia quem tinha tacado fogo na loja dela, eu juro que por um segundo pensei em amenizar a resposta. Falar que ainda tavam investigando, que não tinham certeza, qualquer p***a dessas. Mas eu nunca fui disso. Nunca fui de fugir de responsabilidade. Se tem uma merda feita e eu tô envolvido, direta ou indiretamente, eu assumo. Sempre foi assim, e agora não ia ser diferente. — Foi a Andressa. — soltei, olhando nos olhos dela. — E mais dois vapores que já tão mortos. Ela fechou os olhos com força, jogou a cabeça pra trás e passou a mão no rosto com raiva, como se estivesse tentando apagar a própria decepção na pele. — Sério isso? — ela pergunta, com aquele tom entalado de quem quer explodir. — E vocês pegaram ela? — Não… — respondi, sent

