Bin narrando Saí da casa da Kate com a camisa rasgada, braço arranhado, dor de cabeça pulsando no fundo da nuca e o peito firme no que eu precisava fazer. Não era fácil, p***a. Ninguém joga anos fora rindo. Mas era necessário. Eu não podia me olhar no espelho e continuar sendo o mesmo filho da p**a que leva a vida de qualquer jeito, que se esconde atrás de desculpa, que brinca de ter três mulheres enquanto nenhuma tem ele por inteiro. Eu não quero mais isso. E como eu mesmo disse pra Isa: se eu tive culhão pra falar com o Grego, eu tenho que ter pra limpar minha própria casa. Subi na moto, ainda com o cheiro de desespero da Kate impregnado na pele, e fui direto pra casa da Camila. Só que diferente da primeira, a recepção aqui foi digna de novela. A casa ainda tava em obra, isso era fa

