Diana narrando Eu m*l consegui dormir. Meu corpo estava exausto, mas a mente… a mente não parava nem por um segundo. Quando o sol começou a nascer, eu já estava acordada. O quarto ainda estava na penumbra, mas a luz alaranjada do amanhecer começava a pintar as paredes. O Grego dormia ao meu lado, todo largado, nu, relaxado, como se não carregasse o mundo nos ombros. O peito dele subia e descia devagar, e estava todo marcado — arranhado, roxo em alguns pontos. O pescoço, então, nem se fala. O cabelo bagunçado, o rosto sereno, os traços dele pareciam até mais jovens. E foi ali que eu percebi… a gente tinha feito uma bagunça absurda. Fui até o espelho no canto do quarto, e quando me vi, tomei um susto. Eu, preta como sou, tava toda marcada. Nunca imaginei que alguém conseguisse deixar mar

