— Vamos dormir? — Disse Haru, a minha atrás, me abraçou com seus braços quentes, e ficamos de conchinha. O meu plano era o de esperar Haru, dormir e fugir, mas assim que, sua respiração quente entrou em contato com minha orelha, e um de seus braços quentes, foi até a minha cintura, eu me esqueci o que, devia fazer. Eu sabia que, aquela acção impensada, não traria bons resultados, mas naquele momento, eu só quis aproveitar a companhia de Haru. Continuei, nos braços dele, dormido como se não houvesse amanhã e nem casa para voltar. — Érica, Érica. Acorda anjo, seu telefone está chamando? — Dispertei com a voz suave de Haru em seu ouvido. — Uhm! O quê? — retruquei meio sonolenta, naquele momento, eu só queria continuar em seus braços e me esquecer que existia uma casa para voltar. — Se

