— Você me ama? — Haru questionou surpreso, como se não acreditasse no que, ouvia. — Você me ama? — devolvi a questão no mesmo tom. — Uhm! Você não dá o braço a torcer né? — mudou o sorriso de fofo a perigoso, o inferno estava se aproximando e eu não via a hora. Me surpreendendo, Haru me puxou para perto de si, colocou um de seus braços em minha cintura, me puxando para o seu peito, seu cheiro amadeiro de grama molhada, preencheu minhas narinas. — Você precisa de mais provas? — Haru pegou uma de minhas mãos e colocou em seu peito — Visto que, o facto de eu ter viajado meio mundo, não é importante para você, que tal as batidas do meu coração? — Questionou sorrindo sedutoramente. — Acho que, não, só é sureal demais para crer — retruquei e sorrimos juntos. — Bom! Eu posso te convence

