Nos primeiros minutos, tentei pregar os olhos, mas não consegui, Haru parecia em um sono profundo, mas ele não parecia tranquilo, sua testa franzida dizia que o sonho não era bom. — Não, não fui eu — balbuciou nervoso, se revirando na cama — Aki, Omma! Oppa! Komen, Komen, Aki! — ele repetia o nome de sua irmã e algumas palavras em japonês, ele parecia aflito e desesperado, eu precisava acorda-lo. — Haru! Acorda! Por favor, está tudo bem — Sussurrei enquanto abanava ele, mas ele não acordava, pelo contrário parecia ficar mais imerso nele. — Não, não foi minha culpa, eu não quis — continuou agitado e se revirando na cama, eu precisava fazer alguma coisa, tirá-lo daquele sofrimento. — Haru, está tudo bem, já passou, está tudo bem — o abracei e continuei sussurrando palavras de confort

