— Agora tá sob controle — falei. — Foram horas de guerra, mas seguramos. Bora tirar ele daqui. DG já olhou pra mim, sabendo o que eu ia decidir. — Posto? Balancei a cabeça negando. — Não. Vamos levar ele pra casa. Ele não vai pro posto. Lá a menina pode dar um jeito. Eles concordaram na hora. A gente colocou ele no carro rápido e subimos o morro direto pra casa dele. O caminho parecia mais longo do que o normal, talvez pela tensão, talvez pelo silêncio pesado dentro do carro. Assim que chegamos, descemos com ele e entramos rápido. A porta abriu e demos de cara com a garota. Ela travou na hora quando viu ele cheio de sangue. — Meu Deus! O que aconteceu com ele? Ele tá sangrando! Ai meu Deus… leva ele pro quarto dele, rápido! Ela já saiu na frente, subindo as escadas sem nem pensar

