— Já é! — os caras responderam. E aí começou de novo, mas dessa vez organizado F2 assumindo um lado eu outro. Cruzando fogo, fechando passagem, empurrando eles pra baixo sem dar espaço. Granada estourando. Fuzil cantando sem parar, grito de dor ecoando e no meio disso tudo,minha cabeça tava limpa sem dúvida sem hesitação. Porque agora não era só território, era proteção. Era casa, era ela depois de horas que pareciam dias o silêncio começou a voltar. Devagar pesado. Fui descendo com os caras, conferindo ponto por ponto corpo no chão, arma espalhada. Sangue marcando o caminho deles. — Limpa tudo — falei seco. — Não quero rastro. F2 encostou do meu lado, respirando pesado. — Tentaram com força hoje. — E perderam. Ele me olhou de lado. — Tu quase ficou maluco quando falaram da

