O carro continuou subindo até chegar em casa, o portão da garagem abriu devagar e eu já fui olhando automático, registrando tudo, e quando percebi que os carros dele não estavam lá, um sorriso pequeno e quase involuntário apareceu no meu rosto,aquilo podia significar muita coisa mas a principal era uma só. Ele não estava ali. Saí do carro mantendo a calma, Karine veio logo atrás de mim, e entramos em casa com aquele silêncio estranho que só aumentava a sensação de que alguma coisa tinha saído do controle. O ar estava pesado. Diferente. E eu senti isso na pele. Mal tive tempo de processar direito quando um dos seguranças do China entrou apressado, o rosto sério, postura tensa, e aquilo já confirmou que vinha notícia. — Patroa… — ele começou. Eu me virei na hora, já preparada. — O q

