Assinto para ele e faço conforme ele disse sem nem mesmo pensar sobre o assunto. Na minha mente só fica piscando a imagem de Murat me aplaudindo, o semblante sério. Paul me dá seu braço e o seguro sob os olhares femininos atentos de cobiça sou conduzida por ele. Atravessamos os camarins até alcançar o lado de fora. Uma limusine nos espera com a porta aberta. Gentilmente ele me faz entrar primeiro e então ocupa o grande assento ao meu lado. Pega a minha mão e a beija. —Você foi divina... Eu forço um sorriso. —Obrigada. Viro a cara para o vidro. Fico quietinha no banco enquanto sinto a mão de Paul alisando a minha, meus pensamentos em Murat, cheia de questões não resolvidas. Que novidade há nisso? Com Murat sempre foi assim, nada é normal, tudo é complicado. Então me lembro do tal inv

