— Você? — Sussurrei. — Não me reconheceu? — Perguntou sorridente. — Não. — Balancei a cabeça negativamente. — Vem, precisamos ir lá para fora. Andei o mais rápido que pude para fora da balada, puxando-o pela mão desesperadamente. Eu precisava conversar com ele, entender tudo que estava acontecendo. Já do lado de fora — mesmo com diversas pessoas andando de um lado para o outro —, afastamo-nos do tumultuo. Posicionei-me de maneira que ficasse de frente para ele, meus saltos ajudavam para que eu ficasse pelo menos na altura de seus olhos. — Você sempre soube que era eu? — Perguntei curiosa. — Eu soube que era você no dia que perguntei para uma moça que estava cabisbaixa se estava tudo bem. — Confessou. — E por que não me disse que era você? — Perguntei um tanto decepcionada. Ele não

