Algo dentro de mim pedia para que o meu possível encontro com Otávio não fosse em uma das suas festas. Uma porque não gostaria de passar pelo mesmo que passei no meu primeiro encontro e segundo porque queria poder sentar e conversar com ele, sem barulhos altos nos atormentando, sem muita bebida alcoólica envolvida. Ainda pensativa sobre o meu próximo encontro e também ao meu amigo que se encontrava no quarto ao lado, acabei me permitindo dormir. O problema é que sempre havia algo ou alguém para interferir no meu sono. Dessa vez era algo, chamado chuva, ou melhor, tempestade. Quando comecei a escutar os barulhos dos pingos grossos que insistiam em cair, o barulho do vento nas janelas, trovões e relâmpagos, corri para fechar as janelas que havia esquecido abertas. Talvez eu tenha feito

