Manu Ele me encara lá de baixo com um sorriso no rosto, apontando uma arma para mim. Tento correr para o quarto, mas nada me obedece, estou paralisada com a boca aberta e com uma lágrima de desespero escorrendo lentamente do meu rosto. - Oi minha filha, fica paradinha aí._ ele diz subindo as escadas devagar me encarando como um sorrisinho diabólico nos lábios feito um psicopata. Estou com tanto medo que o meu corpo começa a tremer feito vara verde. Como ele conseguiu entrar aqui? Não ouvi nenhum tiro, cadê os vapor da contenção? Cadê o Vitor?... Alex vai chegando mais perto e eu começo a prender a respiração conforme sua aproximação, perece que estou sufocando e minha garganta está prestes a se romper. - Não vai me dá um abraço filha? Sabe quantas coisas eu tive que passar pra a

