É lesão de potencial gravidade pela probabilidade de lesão a estruturas como os grandes vasos (aorta, cava e seus ramos), coração, traquéia e esôfago. Diante do ferimento transfixante do mediastino devem-se considerar duas situações: o paciente hemodinamicamente normal e o paciente hemodinâmicamente instável. Para o paciente hemodinamicamente normal existe muita controvérsia se existe ou não necessidade de exploração cirúrgica de urgência. Atualmente, com o desenvolvimento de métodos diagnósticos, muitos serviços determinam que, enquanto o paciente se mantiver estável e normal do ponto de vista hemodinâmico, ele deve ser manejado com tomografia computadorizada, endoscopia digestiva e respiratória, além de outros exames. A conduta cirúrgica é então tomada com base nos achados desses exames

