Capítulo 14

2157 Words
Zander Pepper Escuto o ressonar baixinho de Arthur, ele dorme tranquilamente agora depois de ter passado infinitos minutos num choro que não parecia ter fim. Devo dizer que fiquei bastante curioso em saber o que tanto eles conversaram e o que o deixou dessa forma, tenho certeza de que houve mais coisa do que apenas ele pedir perdão, mas quando chegamos em minha casa, apenas deixei ele chorar em meu ombro e deitados sobre a minha cama ele acabou pegando no sono. Meus dedos deslizam pelos fios de seus cabelos, num carinho, ele tem uma expressão tranquila, muito diferente de antes. Gostaria de poder tirar essa dor dele, de poder fazê-lo feliz, mas não sei se ainda sou capaz disso, queria poder fazer com que ele nunca mais visse aqueles pais malucos dele, mas sei que isso não está no meu controle. Parece que nada está sobre meu controle, me sinto um inútil. Tudo o que ele tem passado até aqui, a parcela de culpa que os pais têm, será que seria tudo diferente se pelos menos ele tivesse tido um pouco de amor dentro de sua própria casa? Com um leve suspiro, deixe um beijo em seus cabelos e jogo o cobertor por cima do seu corpo, coloco uma temperatura agradável no ar-condicionado, procuro um short confortável em meu closet, achando um de moletom na cor preta, retiro minhas calças jeans e o visto, logo saio em direção a cozinha do apartamento, vou preparar algo leve para que a gente possa comer quando ele acordar, olho os armários, achando o que preciso, cozinho um arroz refolgado na cenoura e alho e frito uma carne já bem temperada que achei na geladeira, vejo que ainda tem algumas frutas na geladeira, faço um suco de goiaba e deixo tudo prontinho, quando estou preparando a mesa, ele surge no corredor, está de banho tomado, exalando um cheiro gostoso, seus cabelos estão molhados, está vestindo apenas um de meus shorts de tecido mole, seus olhos encontram os meus e ele sorri, um sorriso pequeno mas ainda sim um sorriso, ele vem em minha direção, dar a volta na mesa e me abraça, colocando sua cabeça em meu ombro. Beijo o topo de sua cabeça e seus braços me apertam com ainda mais força. — Você está melhor? — Pergunto baixinho. — Estou sim. Só preciso me acostumar com algumas coisas. — Balanço minha cabeça em concordância. — Quer falar sobre o que aconteceu? — Pergunto gentilmente. Um suspiro pesado escapa por entre seus lábios. — Quero sim, mas pode ser depois? — Claro meu amor, quando você se sentir preparado. — Ele levanta seu rosto e beija minha bochecha com um sorriso maior. — Eu amo ouvir você me chamando assim. Na primeira vez que disse estava tão abalado pelas coisas que falei sobre meus pais que nem mesmo aproveitei a sensação maravilhosa que é ouvir você falando assim. — Sorrio, fazendo um carinho em sua bochecha. — Você é meu amor. Cada dia se torna mais importante, Arthur, você agora é minha vida. — Seus olhos se enchem de lágrimas. — Eu nunca tive nada desse tipo, apenas uma pessoa me amou, e foi como amigo, mas não conheci o tamanho ou veracidade desse sentimento, você me faz tão bem, torna minha vida tão cheia de luz, que por alguns momentos eu posso esquecer de todas as sombras que cercam minha vida. Seu carinho comigo, suas palavras de conforto, seu abraço sempre quente e acolhedor, o destino pela primeira vez se compadeceu de mim e lhe enviou, obrigado por todo o amor e tempo que dedica a mim. Beijo seus olhos que se fecham com o meu carinho, deixo outro beijo em sua testa e logo vou para as duas bochechas, ele fica tão envolvido por mim que se corpo se recosta totalmente sobre o meu, chego até seus lábios, deixando um beijo casto, deixo vários beijinhos, até que sua boca se abre num suspiro, adentro com minha língua em sua boca, sentindo o gosto de Arthur, minhas mãos sobem por suas costas e se agarram em seu cabelos, enquanto nossos corpo ficam impossivelmente mais colados um no outro, com seus fios agarrados em meus dedos, puxo sua cabeça para trás, deixando seus lábios tentadores por hora de lado, beijo seu pescoço, deixando algumas marcas pelo caminho, para logo depois voltar para a sua boca, nossas línguas duelando uma com a outra me deixa molhado, completamente e******o apenas com esse pequeno gosto do meu Arthur. — Como posso resistir a você Arthur? — Não resista, meu amor. Volto a beijar sua boca, com sede e fome, sede de seus lábios e fome de seu corpo quente. — Tem certeza? Não quer conversar antes? — Seus olhos caídos, quase não entendendo minhas palavras é um claro sinal de que ele quer meu corpo tanto quanto eu quero o seu. — Conversar sobre o que? — Suas bochechas ficam vermelhas. — Eu sempre fui o ativo, mas se você quiser... — Seu rosto se abaixa, desviando os olhos dos meus. — Arthur... instigo ele a falar. — Eu meio que quero ser seu, não que para isso eu tenha que dar meu... você sabe, mas eu quero isso, quero ter você dentro de mim. Quero saber como é essa sensação de ser preenchido. — Pego em seu queixo e puxo sua cabeça em minha direção, beijo sua boca olhando em seus olhos, vendo-o aos poucos o fechar e corresponder ao meu beijo com abandono. — Hoje eu serei o ativo, depois vamos experimentar outras coisas, eu sou versátil, então podemos brincar de várias formas. — Falo quando separo nossas bocas, sentindo seu corpo tremer contra o meu. Me afasto com muita luta do seu corpo e o puxo em direção ao meu quarto, passamos pela porta e não me preocupo em fechar, já que somos os únicos aqui dentro, o levo em direção a cama e deixo ele de pé ao pé da cama. Posso notar o subir e descer de seu peito, é acelerado, deixo um beijo no meio de seu peito, indo em direção a sua barriga, onde mordo e deixo beijos molhados. — Zander... — Ele diz, já sem forças. — Você cheira tão bem meu amor, é como afundar num mar de pêssego. — É apenas creme hidratante. — Que está no seu corpo, o deixando ainda mais cheiroso e gostoso para mim. Para que eu possa saborear cada pedacinho seu. Finalmente chego em seus shorts, seus olhos vidrados no que irei fazer, desço o pequeno tecido e constato que ele está sem cueca, o que facilita meu trabalho, vejo seu p*u duro apontando em minha direção, ele já está todo babado, pronto para deixar seu sabor em minha língua, acabo de retirar os shorts pelas suas pernas grossas e jogo longe o pedaço de pano. Sem perder tempo sugo seu p*u o mais fundo que consigo, ouvindo seu gemido longo cheio de apreciação, o sabor que sinto é divino, afrodisíaco, é capaz de me deixar louco, minhas mãos agarram suas pernas firmes com força, me dando estabilidade para aguentar as estocadas que ele dar em minha garganta, deixo ele ter o tempo dele, aproveitando o prazer que eu posso dar a ele, assim como recebo dele, apenas em ter seu p*u grosso indo fundo em minha garganta. Sinto seu corpo rígido e sei que ele está perto do orgasmo, não deixo que isso aconteça, retiro ele de minha boca e o jogo sobre a cama, indo em direção a uma parte quase escondida em meu closet, pegando uma caixa na cor cinza, a abrindo encontro tudo que preciso e levo para a cama, jogando ao lado do seu corpo que parece uma massa derretida, aproveito desse momento para apreciar seu corpo nu e jogado em meus lençóis, seus cabelos castanhos nos meus travesseiros brancos, seus olhos azuis acessos feito um lindo farol, sua boca grossa inchada e vermelha dos meus beijos, é uma visão que quase me tem de joelhos ao pé da cama. Engatinho sobre seu corpo, chegando a sua boca eu o beijo, compartilhando de seu próprio sabor com ele, deixo que minha língua explore cada canto de sua boca, tirando o máximo de seu sabor para mim, chupo sua língua e seu gemido escapa por entre nossos lábios grudados, suas pernas se separam para me acomodar no meio delas, aproveito disso para retirar minha camisa e meu short, voltando para o meio de suas pernas, deixando que nossos corpos se encontrem, quentes e suados, seu p*u duro roçando contra minha b****a que se encontra molhada, seu pré-cozo se misturando com minha lubrificação, deixando a gente bem lubrificado, tive que lutar contra a vontade de colocar seu p*u dentro da minha entrada, beijo ainda mais sua boca, a mordendo posso sentir o gosto metálico do sangue em minha língua, seu gemido rouco mostra que ele está gostando, fico de joelhos entre suas cochas e vou em direção ao seu cu, que pisca chamando por mim, deixo que minha língua deixe tudo bem molhadinho, e logo ela consegue entrar, fazendo Arthur gemer alto, um dedo se junta a ela na brincadeira, e meu amor me recebe muito bem, depois do que pareceram horas naquela pequena brincadeira, ele estava alargado o suficiente, peguei a minha packer, é o meu acessório preferido para brincar assim, fiquei louco todo esse tempo para usar com Arthur e agora eu posso. Com essa em específico posso fazer qualquer coisa, até mesmo ir ao banheiro urinar, mas não gosto de sair com ela, apenas uso no ato s****l. Depois de bem colocada, já sinto a estimulação em minha b****a, já que essa permite o prazer para ambos, coloco a camisinha para que tenhamos mais facilidade na hora da penetração e passo o lubrificante, com tudo pronto olho diretamente nos olhos de Arthur. — Você está pronto? — Pergunto vendo sua bochechas vermelhas, ele sorri e levanta seu tronco, tocando minha boca num beijo que me leva as nuvens, volto a deitar ele sobre a cama e caio por cima, ainda tomando sua boca na minha, parece que nunca é o suficiente, o beijo com tudo de mim e vou aos pouco entrando em seu cuzinho apertado, seu gemido rouco contra meus lábios mostra a dor mas também o prazer, solto seu lábios e ele joga sua cabeça para trás, sua respiração pesada quando me encontro totalmente dentro dele. — Zander. — Ele geme baixinho, beijando meu rosto, seu corpo implora que eu me mexa. — O que está sentindo? — Pergunto contra seu ouvido, rouco. Por um fio de me descontrolar. — Eu quero que me f**a logo, rápido. — Ele diz e me puxa para mais um beijo, devagar tiro quase todo o pênis para fora, logo volto a entrar com força, ele grita, suas unhas arranhado minhas costas, estoco contra seu corpo, deixando sua boca livre da minha apenas com o intuito de ouvir seus gemidos e chamados pelo meu nome, beijo e deixo marcas pelo seu peitoral e pescoço, adorando em como estou deixando ele todo vermelhinho, aposto que sua entrada ficará igual quando eu terminar isso aqui com ele, saio do seu corpo, e com um rapidez e força que eu nem mesmo sabia que tinha, o coloco de quatro sobre a cama e volto a entrar em seu corpo, seguro seu pênis e o masturbo no mesmo ritmo de minhas estocadas, seu p*u todo babado, seu pescoço vermelho junto de seu gemidos altos diz que ele está gostando muito disso aqui, sinto meu c******s inchado, minha entrada molhada, estou tão perto, saio de dentro dele e sento na cama o colocando por cima de mim, ele começa a me cavalgar tímido, mas logo voltamos ao nosso ritmo, o que não demora muito para que ele goze em meu peito, fazendo eu gozar logo em seguida, seu corpo cai por cima do meu, respirações rápidas se chocando, deixo um beijo em seus cabelos, e sinto seu beijo em meu peito, bem em cima da pequena cicatriz, o abraço com força e rolamos na cama, fazendo com que o pênis saia de dentro dele, ele reclama baixinho e logo noto que dorme, estamos lado a lada sobre a cama. — Cansou tão rápido? — Arthur apenas se aconchega contra meu peito, sua cabeça em meu pescoço. — Temos que nos limpar. — Falo sem vontade alguma, trazendo seu corpo para mais perto. — Não me deixe. — Ele reclama baixinho, quase que não conseguia escutar, seu corpo treme um pouco e jogo o edredom sobre nós, beijo sua bochecha ainda corada, sorrindo pelo que acabamos de fazer. — Seu amor está aqui. — O respondo baixinho, seja lá qual for seu medo, eu nunca vou sair do seu lado Arthur, estarei com você para sempre, porque eu te amo. Cheiro seus cabelos e o beijo, adormecendo junto dele.
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