Dulce Chamei Maitê para jantar em minha casa, já que eu não poderia deixar Christian sozinho por muito tempo e não estava pronta para pedir favores ao Christopher. — Um caminhão passou por cima de você? — Maitê perguntou ao meu primo depois de encara-lo por longos dez minutos. — Eu só andei um pouquinho rápido. — ele tentou se mover, mas fez cara de dor e desistiu. — Imagine que eu dei de ombros agora. — Um pouquinho rápido? Você é motoqueiro ou suicida? — arqueou as sobrancelhas. — Quer descobrir? Quando eu me recuperar, te levo pra dar uma volta. — Ainda pretende subir em uma moto? — Essa não é a primeira vez que eu me arrebento. — Você é doido. — riu. — Sim, eu aceito dar uma volta com você. — Vocês são uma versão do sexo oposto um do outro. — comentei. Eles se olharam,

