Samuel Isabella arfava em meu colo e mesmo sem conseguir ver o seu rosto direito pela falta de luminosidade do local e por conta de ela estar olhando para a parede falsa à nossa frente, eu podia jurar somente pelo jeito que ela apertava o encosto da poltrona, que ela estava suada. Sorri maliciosamente e levei a mão com o pequeno controle do aparelho vibratório até os seus cabelos soltos, pegando-os com um ra.bo de cavalo e colocando-os para cima, deixando a sua nuca exposta e levando meus lábios até ali. O gemidinho baixo que ela deu me agradou, mas o que me ex.citou ainda mais foi ver a minha menina pular levemente em cima do meu colo e se arrepiar por completo. Eu tinha ciência do esforço hercúleo que ela fazia para não gemer alto com toda a vibração em cima do seu clitó.ris, ma

