Samuel Quando voltamos ao quarto, já estávamos acompanhados pelo médico, que depois de retirar o acesso do braço de Charlie, pediu que todos saíssemos da sala e depois de provavelmente checar o p.au do velho safado o dispensou para irmos todos para a casa. Quando entramos, Charlie estava saindo do banheiro com uma calça bem folgada e andando com as pernas meio abertas. Foi impossível não gargalhar diante aquela imagem e ganhei uma tremenda cotovelada de Isabella. — Ai, Isabella. — resmunguei me afastando um pouco dela, massageando o lado da barriga. — Doeu. — Vem cá. — me chamou arrependida e eu me aproximei devagar, ignorando a dor da sua cotovelada e sorrindo um pouco quando ela massageou o local com seus dedinhos quentes. — Me desculpa? — assenti com a cabeça, olhando-a de cima

