Meus olhos se abriram para a claridade dolorosa daquele quarto e eu me debati ao me sentir sufocar. Alguma coisa estava na minha garganta e arranhava. Eu não conseguia respirar direito naquele momento, um som ensurdecedor estava ao meu lado, e automaticamente acabei virando a minha cabeça, vendo alguma maquina hospitalar apitar enlouquecida, enquanto eu tentava respirar. — Meu Deus! — a voz estridente veio da porta e mais uma vez eu virei a cabeça, porém foi rápido demais e uma dor incomoda me fez rolar os olhos. — Calma querida, calma... Eu vou retirar o tubo... — eu m*l processei o que ela falava, estava começando a ficar agoniada sem poder respirar direito, quando de repente, ela desobstruiu minhas vias, retirando um tubo pela minha garganta e eu puxei o ar com força, sentindo a garga

