Isabella Mer.da. Mer.da. Mer.da. Eu tinha quase certeza de que Samuel podia escutar o meu coração batendo forte dentro do meu peito, praticamente saindo pela minha boca, depois que deixei aquela frase sair sem perceber. Po.rra de boca grande! Os seus olhos azuis ainda estavam atentamente em cima de mim, esperando por uma resposta a sua pergunta, que sinceramente, eu não sabia nem por onde começar a responder. As minhas bochechas coradas deixavam claro o embaraço que eu sentia com aquela situação, e as minhas mãos suadas me provavam que eu estava receosa de falar que ele tinha sim, escutado certo, e acabar por assustar o homem a minha frente. — Não vai me responder? — engoli em seco ao sentir a sua voz perto e as mãos na minha cintura. Eu já estava com Samuel a tempo o suficiente

