⚠️ AVISO ⚠️
Se você está no little space, esse capítulo é não recomendado. Você pode até pensar "Há! Eu não tenho cg então posso fazer o que eu quiser" mas, pra que esse tipo de coisa não aconteça, eu mesma estou proibindo você de ler isso!
Então, se você for uma princesinha ou um principezinho pule para o próximo capítulo.
*CONTEM VIOLÊNCIA CONSENTIDA, E CONTEUDO s****l EXPLÍCITO, NAO LEIA SE FOR PUBLICO SENSIVEL, OU MENOR DE DEZOITO ANOS*
GAROTAS BOAS MERECEM TAPAS
-Daddy?
-Sim, princesa?
-Me dá o pipi -pedi em tom de ordem estendendo a minha mão direita como ele fazia quando me tomava o bubu.
-Como é? -ele franziu as sobrancelhas pra mim.
-Agora, Daddy. Dá o pipi -mandei de novo -Vou ter que contar até três?
-Princesa... -ele riu balançando a cabeça -Não vou te dar outra chance de pedir direito. Agora me diz o que quer.
-Brincar com o pipi.
-E como vai pedir? Use a palavrinha mágica.
-Agora -eu disse e segurei o riso -Brincadeira, Daddy. Não fica bravo. Por favor, me deixa usar seu brinquedo de Daddy?
-Certo. Venha buscar -ele se levantou e tirou o cinto.
Tentando não mostrar a urgência que eu sentia desabotoei o botão da bermuda, e puxei o ziper o mais devagar possível. Desci a bermuda, e enfiava a mão direita por dentro da cueca já lambendo os lábios. Era com certeza muito mais gostoso que o jantar.
Com o pipi ja fora da cueca, passei a língua pela parte rosada, e Daddy correspondeu com um gemido. Lambi tudinho, de cima a baixo antes de enfiar devagar na minha boca e começar a c****r como eu fazia com o meu bubu.
-Põe tudo na boca, amor -Daddy pediu rouco.
-A minha boca é pequena, Daddy -Olhei pra ele de baixo, limpando a boca melada.
-Eu sei. Você é a minha pequena. Mas tenta colocar, sim? Não é só um pedido.
Acenei com a cabeça e olhei o pipi do Daddy, voltando a segurar com as duas mãos. Abri a minha boca e fui colocando aos poucos. Eu estava concentrada demais no que tava fazendo, mas ainda adorava os gemidos dele. Significavam que eu estava indo bem, e que eu seria sua boa menina.
-Vem aqui, meu anjo -ele me chamou depois de algum tempo, me puxando pelo cabelo pra ficar de pé -Quero ver esses p****s. A quem eles pertencem? Sabe me dizer? -Daddy perguntou conforme me segurava pelo cabelo até me posicionar da maneira que ele queria. Levantei a mão pra limpar a minha boca melada, mas ele a segurou e limpou ele mesmo, colocando o polegar na minha boca em seguida. Estava com gosto de daddy -Agora chupa minha p*****a -ele mandou, e como uma boa menina eu obedeci. Ele me beijou de jeito adulto, segurando meus pulsos atrás das costas. Com a outra mão Daddy apertou o meu peito por cima da blusa, ao ponto de me fazer gemer de dor.
Em seguida, Daddy tirou minha blusa e o meu sutiã. Eu m*l podia esperar pra ter a boca dele ali...
-Os biquinhos estão durinhos por minha causa, amor? -Eu so acenei concordando, sem condições de dizer nada coerente. Papai maltratou um pouco os biquinhos rígidos, sem se importar comigo pedindo pra parar.
-Daddy... -resmunguei manhosa enquanto ele continuava me apertando e chupando -Meninas boas podem levar tapas?
-Podem -ele respondeu desconfiado -Por que? Você quer levar tapas?
-Sim, Daddy. Gosto de ver as suas marcas no meu bumbum -resmunguei com vergonha, e ele provavelmente estava me vendo ficar vermelha.
Daddy sorriu e com certa violência me jogou em cima da cama, me ajeitando com as pernas separadas e a b***a empinada como ele gostava. Ele passou as mãos com carinho pelo meu bumbum, e por toda a curva da minha coluna, chegando até a minha nuca.
E isso me deixou maluca... eu ficava completamente indefesa quando Daddy tocava o meu pescoço. Só não reclamei porque sabia que se fizesse isso ele me mostraria o quão livre era seu acesso ao meu pescoço.
-Quem é o Daddy aqui? -Ele me perguntou com a voz não tão doce quanto de costume. Eu já sabia o que viria depois, e suspirei com a antecipação.
-Você -minha resposta já era quase um gemido, e ele ainda nem tinha começado...
-E você é o que?
-A sua pequena -e mais um suspiro.
-E quem manda aqui, pequena? -ele perguntou, e sorri pensando na minha resposta. Só fiz isso porque ele não estava vendo, seria desafiar demais.
-Eu. Porque eu sou a princesa! -segurei o meu sorriso antes que virasse uma risada, e esperei ansiosa pelo t**a.
-Nada disso! -m*l terminei de ouvir a frase e o t**a no meu bumbum estalou -Quem manda aqui?
-Eu! -Falei mais alto, enfatizando minha resposta. Continuaria dizendo isso até que ele ficasse realmente irritado.
Outro t**a, ainda mais forte que os anteriores. Esse fez eu me revirar, mas sem sair da minha posição.
-Quem. Manda. Aqui? -ele intercalou cada palavra com um t**a, e eu praticamente vi estrelas.
-Eu... -gemi de dor. Já não estava mais tão altiva quanto no começo.
-Quem. Manda. Aqui? -duas palmadas ao mesmo tempo, uma de cada lado, preenchendo todo o meu bumbumzinho com a mãozona de Daddy que ele tem. Minha resposta foi algo meio indefinido, oscilando do arrepio de prazer até um grito de dor.
-Você, Daddy -tentei respirar fundo -Você manda... aqui.
-Muito bem... -ele acariciou o meu bumbum com carinho -E quando eu mando, o que você faz?
-Eu desobedeço -respondi sem pensar muito na resposta. Afinal de contas, era o que eu fazia mesmo a maior parte do tempo. Daddy não costumava fazer o que eu queria do jeito que eu queria, então eu constantemente procurava jeitos de driblar isso.
Resposta errada.
Outro t**a.
-Quando eu mando. O que você faz? -repetiu devagar, enfatizando cada palavrinha.
-Daddy... -chamei, quase com um miado.
-Calada! -ele disse mais alto. O tom de ordem do meu Daddy era uma das coisas que me molhavam na hora.
-Mas meu bumbum tá ardendo! -reclamei com voz chorosa.
-Eu mandei ficar calada! -mais um arrepio, mais um t**a, e mais um gemido entre dor e prazer -Responda só o que eu perguntar, fui claro?
Acenei com a cabeça, e ele pesou a mão no t**a que veio a seguir.
-Sim, Daddy! Foi claro -gritei o meu sim por causa daquele t**a.
-Quando Eu perguntar algo, você responde, e responde direito. O que você faz quando eu mando?
-Tento argumentar?
Resposta errada de novo.
Varios tapas, um atrás do outro... coloquei a mão na frente, no lugar onde estava mais ardido, mas não serviu pra muita coisa. Meus olhos já estavam enchendo d'água.
-Tire a mão. Agora.
-Mas tá doendo, Daddy... -toda a minha rebeldia inicial tinha ido por água abaixo, e eu já estava mais mansa que um gatinho. O pior é quanto mais a minha b***a doía, quanto mais c***l ele era comigo mais molhada eu ficava...
-Você ainda quer apanhar mais!?
-Sim, Daddy... -miei. Qualquer coisa que ele me perguntasse naquela hora eu responderia com "sim, Daddy" -Me deixa marcada...
Eu já estava ficando rouca de tanto gemer e gritar.
-Eu não vou bater só porque você pediu. Você sabe quem é que manda aqui não sabe? -Daddy acariciou o meu bumbum -Eu vou fazer como eu quiser... -ele deu um tapinha de leve (que doeu pra c*****o por estar sensível, mas eu não podia xingar em voz alta, ou ficaria de cantinho), e colocou uma venda nos meus olhos.
-Daddy! Vendar não... -reclamei. Não poder tem algum dos meus sentidos me enlouquecia.
-Quem manda aqui?
-Ainda sou eu -m*l terminei de responder e me arrependi. Papai me deitou com as costas no colchão, de maneira rude, e subindo em cima de mim me segurou pela garganta. Por que eu não controlo a minha língua?
-Quem manda aqui?
-Eu -sussurrei com a respiração dificultada.
-Você é uma p*****a abusada, não é meu amor? -o sorriso m*l do Daddy me fez sorrir também. Tentei encontrar uma posição que facilitasse a entrada de ar, e sorri de volta.
-O seu pipi não tá reclamando!
-Você é muito atrevida... o que eu faço com você, hm? -ele apertou minha garganta por alguns segundos, e soltou depois de alguns segundos de falta de ar completa -Agora agradece.
-Obrigada Daddy -agradeci pelo ar, enquanto respirava fundo algumas vezes.
-Agora eu vou vendar você -colocou a mão na minha garganta novamente, sem me privar completamente da respiração -E eu quero que você mantenha as mãos acima da cabeça. Eu não vou amarrar você, então você vai manter as suas mãos aí não importa o que aconteça. Fui claro?
-Sim senhor -sussurrei.
-Palavra de segurança?
-Abacaxi.
Minhas mãos foram posicionadas acima da cabeça, e minhas pernas foram dobradas e abertas antes que a venda fosse colocada sobre os meus olhos.
Gritei ao sentir o que parecia ser um flogger acertando com tudo as minhas partes de princesa. Eu já sabia que estava proibida de fechar as pernas, mas era difícil demais de controlar.
-Você disse que queria apanhar, não disse? -mais um.
-Sim senhor!
-Eu decidi atender ao seu pedido -mais uma, que pegou na minha barriga.
-Obrigada senhor -respondi como tinha sido instruída misturando grito e gemido.
-Mas tem uma condição. Eu vou parar quando eu quiser. Não é você quem manda aqui, e eu acho que está precisando ser lembrada disso.
Fui acertada varias e varias vezes, minha b***a ardia em contato com o colchão e apesar da dor causada pelo flogger eu precisava de mais contato...
Quando fui chegando perto do meu limite o Daddy parou.
-Obrigada senhor -murmurei com a voz trêmula. Eu já conhecia todos os comandos e sabia seguir todos os protocolos que criamos juntos.
-Pelo que?
-Obrigada por me bater.
-E o que mais?
-Obrigado por ter misericordia... -Eu ainda ficava envergonhada por dizer isso, mas fazia o meu Daddy se sentir ainda mais no comando, e o desconforto e a humilhação dessas palavras me deixavam ainda mais maluca.
-Muito bem cadelinha... vejo que fiz um bom trabalho adestrando você. Porém, acho que me agradeceu antes da hora.
-O que vai fazer!? -perguntei alarmada.
-Shh, quietinha. Foi você quem pediu, não foi? -ele começou a deslizar os dedos por cima da minha calcinha, c***l e lentamente. Passou os dedos de cima a baixo, bem de leve, e quando relaxei ele me deu um t**a. Bem onde estava sensível por causa do flogger.
Fechei as pernas colocando a mão entre elas no intuito de aliviar a dor.
-Eu nao me lembro de ter mandado sair da sua posição . Abra as pernas e só feche quando eu mandar, fui claro?
-Sim senhor...
Fiz como me foi ordenado e coloquei as mãos pra cima e abri as pernas.
-É demais pra você? -perguntou sem o tom dominante de antes -Não quero que precise usar a palavra de segurança.
-Tá tudo bem. Pode continuar.
-Tem certeza?
-Tenho -respirei fundo.
-Qual a sua cor? -ainda no tom de namorado carinhoso.
-Verde.
-Você é mesmo uma v********a, não é? -e estávamos os de volta à brincadeira.
As coisas fluíam maravilhosamente bem a maior parte do tempo. Mas pra que continuassem assim havia cuidados que nós dois precisávamos tomar sempre, e o sistema de cores e a palavra de segurança eram apenas dois deles.
-Olha só até onde você vai pra se satisfazer... -mais um t**a, bem lá -Serão cinco tapas. Você vai contar, e se fechar as pernas ou abaixar as mãos eu volto no começo. Não quero te ouvir em nada que não seja gemer e contar. Fui claro? -t**a. Eu penas gritei "sim senhor" com dificuldade em manter as pernas abertas -Não te ouvi contar, será que vou ter que repetir esse?
Os tapas não foram dados todos de uma vez, foram intercalados com carícias e até mesmo o dedo do Daddy na minha entrada, fazendo eu me contorcer e tentar fazê-lo entrar mais fundo. Sem sucesso.
-Você pediu por isso, meu amor. Agora diz pro Daddy -ele colocou o segundo dedo e entrou mais fundo, só afastando a calcinha pro lado -Você tá gostando? Era isso que você queria?
Não consegui responder nada além de um resmungo indefinido. Mais um t**a.
-Você tá tão molhada... acho incrível como ser m*l tratada faz você se molhar tanto. Mas não se preocupe, já que está apanhando como uma v***a, e se molhando como uma p**a é dessa maneira que você vai gozar. Você quer meu amor? Quer gozar como uma p**a?
-Sim senhor! -gritei quando senti o quinto t**a, e depois disso até relaxei.
Eu estava molinha, e não tive condições de obedecer quando ele mandou eu me virar, então ele delicadamente me posicionou de bruços, com um travesseiro de apoio.
-O bumbum tá ardido, Daddy -reclamei sem conseguir tirar o rosto do colchão.
-E isso é culpa minha? Foi você que quem pediu -ele tirou minha calcinha.
-Sim, mas foi você quem me deu o que eu queria.
Em silêncio Daddy foi até a comoda e pegou uma caixinha:
-Tenho um presente pro seu bumbum. Me mostre ele.
-O que é? -perguntei empolgada, sem conseguir expressar toda a minha animação por causa do cansaço.
-Obedeça.
Fiz como me foi ordenado e segurei os dois lados do meu bumbum pra que o Daddy visse o meu buraquinho.
-Daddy, você me perdoa?
-Pelo que, meu anjo?
-Por ter sido respondona.
-Sim, eu te perdoo -Daddy riu.
-Posso ver primeiro!?
-Você vai sentir quando eu colocar -Daddy me tirou a venda.
Senti uma coisa gelada no buraquinho de trás, e então algo forçando o buraquinho. Era desconfortável, mas o papai foi girando e empurrando com cuidado e lubrificante pra que o plug se acomodasse melhor. No começo eu levei um susto, mas aí ele brincou um pouco com a minha entradinha e logo o desconforto passou. Até então, só o dedo do Daddy tinha entrado ali, e digamos que há uma diferença enorme entre as duas coisas.
-Você me disse que queria usar um desses -quando disse isso eu soube na hora qual era o presente.
-É uma joia!? Deixa eu ver? -perguntei já me virando pra ver, sendo frustrada por ter a mãozona do Daddy nas minhas costas me segurando no lugar:
-Por acaso eu autorizei que saísse da posição que te coloquei?
Vi a foto tirada no celular, meu bumbum estava extremamente vermelho, e a joia rosa la atrás combinava. Ainda não tinha entrado tudo, mas dava uma ideia muito boa de como ficaria.
-Incomoda um pouco...
-Papai vai dar um jeito. Agora só relaxa... -tentei fazer como ele disse, o que era meio difícil quando você tem algo lá atrás...
Senti o gelzinho gelado sendo espalhado, ao mesmo tempo em que o brinquedo era forçado pra dentro.
-Daddy?
-Sim?
-Se eu disser uma coisa o senhor vai brigar?
-Depende.
-Então não vou dizer...
-Diz, e aí eu penso se vou brigar ou não.
-Meu bumbum tá ardido.
-Você pediu por isso. Não quero ouvir reclamações -Daddy tirou o brinquedo de dentro da cueca e depois de me mostrar uma nova foto (o brinquedo todo lá dentro e o pipi) pegou o celular, colocando no móvel ao lado da cama. Me beijou e me acomodou com mais um travesseiro pra me deixar mais alta -Daddy vai fazer sarar assim que acabarmos -deu um beijo no meu bumbum.
Primeiro só os dedos dele brincaram na minha parte de princesa. Dois dedos, então três, e no meu meu botãozinho. Quando eu estava chegando perto, ele parou.
-Ainda não está na hora de gozar, meu amor -Daddy puxou o meu cabelo, e sussurrou no meu ouvido. Gemi quando ele mordeu a minha orelha, e passou o nariz pelo meu pescoço -Você sabe quem manda aqui, não é? Ou ainda não aprendeu?
-Daddy... é o Daddy quem manda aqui.
-Acho que seria melhor se reforçássemos isso mais um pouco. Pra que você não erre mais -me fez ficar de joelhos, me segurando pelo cabelo e mantendo minha cabeça no lugar, enquanto me dava mordidas no pescoço. Senti os dedos do papai no meu botaozinho, e a parte de Daddy dele pressionando o meu bumbum e fazendo contato com o meu plug.
-Papai eu acho que eu preciso...
-Shh... você não vai gozar ainda.
-Por favor... eu prometo me comportar.
-Implora pra eu te f***r, cadelinha.
Implorei até quase começar a chorar, e nada. Pedi pra me tocar e ele não deixou. Quando tentei por a minha mão lá embaixo levei um t**a forte na coxa.
-Olha só como você implora. Uma verdadeira p**a necessitada. Você é a v********a do papai, não é? Minha cadelinha no cio.
-Sim Daddy. Eu sou. Sua p*****a necessitada precisa do seu pipi dentro dela agora -implorei mais uma vez, com a voz embargada do choro.
Me segurando pela nuca, papai me forçou contra o colchão, e meteu em mim com força.
Os movimentos de vai e vem, tirando quase tudo e pondo de volta as vezes devagarinho e outras de uma vez só faziam com que eu me contorcesse embaixo do meu Daddy e gemesse o seu nome sem parar. Quando eu estava quase chegando lá... adivinha!?
-Daddy! Vai mais rápido!
-Está querendo ensinar ao Daddy como fazer o trabalho dele? Quer levar mais palmadas, é isso? -ele desacelerou cruelmente. Eu poderia ter começado a chorar, mas nem consegui pensar quando ele tirou tudo e enfiou de uma vez, encostando no meu bumbum e forçando a joia dentro de mim. Gemi, gritei e rebolei até ficar com as pernas bambas. Ninguém era melhor naquilo que o meu Daddy.
-Posso... -comecei a pedir, mas ele logo entendeu e me autorizou.
Como ele tinha prometido, gozei como uma p**a. A v********a bem saciada do papai.
Tirando o pipi de mim, Daddy colocou um vibrador no meu botãozinho. Eu normalmente odiava aquela porcaria, era usada pra ficar me torturando e toda vez que via aquilo eu sofria em antecipação e ficava molhada por saber que o papai mostraria o meu lugar e me faria ficar com as pernas bambas.
Com os dedos dele e o brinquedo em mim ao mesmo tempo, rapidinho eu já estava pronta pra outra.
-Está cansada, meu amor? -papai perguntou no meu ouvido, massageando um dos meus p****s, enquanto mexia os seus dedos lá dentro.
-Não.. -Eu ja estava rouca e ofegante, estava bem perto de só me levantar no outro dia.
-O que eu já disse sobre mentir pro daddy?
-Sim Daddy... Eu to cansada...
-Quer que eu pare?
-Não -gemi. Claro que eu não queria que ele parasse. Não importava o quão cansada eu estava, já tinha ficado excitada mais uma vez.
-Tem certeza? Brincamos muito hoje.
-Tenho, Daddy. Me faz gozar mais uma vez -pedi baixinho.
-Acho que não posso negar isso a você, posso?
-Não, não pode. É contra as regras.