Maria Eduarda Minha cabeça lateja e gemo de dor. Aos poucos vou abrindo os olhos e dou de cara com o Pedro me olhando como se fosse um falcão olhando a sua presa. — Minha bela adormecida, finalmente acordou, pensei que tinha morrido — ele comenta, irônico, sentando em uma cadeira. Eu estava amarrada a uma cama. — Pedro, o que você fez comigo? — Ora, eu trouxe você para o seu lugar. — Nunca vou morar aqui com você! — debocho, rindo da cara dele, e ele vem com tudo e me dá um soco, me fazendo gemer de dor. — Você acha que vai sair daqui como? — O meu namorado vai vir me buscar! — Nunca vão nos encontrar, minha bela adormecida. — O que você quer dizer? — começo a ficar com medo. — Eu quero dizer que vamos viver aqui para sempre! — Eu prefiro morrer a ficar com você! — Não, você nã

