KEILA NARRANDO A Salinha estava sufocante, parecia um verdadeiro inferno. O cheiro metálico do sangue, se misturava com o cheiro impregnado de mofo e sujeira das paredes, criando um ar ainda mais pesado e insuportável. Eu já estou tão acostumada com tudo isso, que não sei o que está acontecendo. Respirar foi um desafio, o ar parado fazia o meu estômago revirar, Thiago estava ali torturando Fagundes de jeito. Cada gemido de dor que ele soltava era uma sensação de satisfação, para mim. Mas eu tinha que desviar o olhar porque a náusea crescia cada vez mais. Minha pele estava suando frio, a náusea cada vez mais insuportável, tentei controlar o enjoo, mas as tentativas foram inúteis. Não aguentei mais segurar, saí correndo da salinha entrei na sala do Thiago. Fui direto para o banhei

