Não sei se estou vivendo um déjà-vu, mas quando desço as escadas, encontro meu pai abrindo a porta para o Tomy. — Olá. Cumprimenta com um sorriso ao me ver. — Olá. Cumprimentei timidamente quando Matheus se virou e me olhou. — O café da manhã está pronto. Acompanhe-nos, Tomy. Diz e passa por mim, deixando um beijo na minha testa. — Bom dia, meu amor. Ele murmura. Uma frase cotidiana, algo que ele sempre me diz, agora me fez contrair a va*gina porque teve um efeito direto nela. — Bom dia, papai. Sussurro e sigo o meu caminho, piscando para ele. — Você está bem? Pergunta Tomy, aproximando-se de mim. Sento-me, mas fico nervosa quando ele se abaixa, com os olhos fixos nos meus lábios. Quando acho que ele vai me beijar, ele deposita um beijo na minha bochecha. — Eu te disse que não me imp

