Roguei a Deus para não ter molhado o meu vestido e o assento, o que, claro, não funcionou. Ao me mexer um pouco para sentir a umidade, lá estava o molhado no assento. Tomy grunhiu ao ver e pegou um guardanapo para tentar secá-lo um pouco. Eu sabia que se o assento estivesse assim, o meu vestido deveria estar igual, mas novamente Tomy me surpreendeu e me ofereceu a sua jaqueta, que não hesitei em colocar quando nos levantamos para ir. Agora estamos no carro dele, sem saber para onde ele vai nos levar. Eu estou envergonhada. Não consigo olhar para ele sem que a vergonha me invada. Não quero beijá-lo em público, mas me arrepiei com as suas palavras no meu ouvido. O que há de errado comigo? — Querida. Ele me chama. Suspiro fundo e paro de olhar pela janela para olhar para ele. — Você está

