Um mês e meio depois. — Te vejo à uma para almoçarmos juntos. Declarei, caminhando até Tomy para deixar um beijo nos seus lábios e sair correndo com Fernanda ou vamos perder o ônibus e chegaremos atrasados. — Passarei para te buscar. Te amo, coração. Promete, aceitando o beijo de bom grado. Sorrio contra os seus lábios, sem responder, mas pisco um olho para ele ao nos separarmos, o que nos faz sorrir aos dois. Depois, sim, viro-me e corro atrás da Fernanda que vai xin*gando sobre eu ser a pessoa mais impontual do mundo. Não é verdade. Pelo menos, não é totalmente verdade. — Aprender a cozinhar bem uns ovos leva tempo, Fernanda. Reclamo quando entramos no elevador. Revira os olhos. — Se tivéssemos o horário da Paula, a minha vida seria perfeita. Por que ela pode dormir até as dez? V

