Episódio 11

1262 Words
Ele afasta a mão, mas quando se vira para ir embora, eu me sento no sofá e pego a mão dele, levando os dedos dele à minha boca. Ele grunhe quando eu o chupo com força e uso a minha outra mão para puxar a calça dele. — Não. Ele declara, tirando a mão da minha boca para impedir que eu abaixe o zíper. Olho para ele de boca aberta, sedenta. — Não diga que não quer, porque se nota que você quer. Finalizo, voltando a insistir com as mãos. — Era só um org*asmo. Já te dei, já aproveitaste. — Sim, gostei muito e agora quero que você também goste. Sussurrei como uma raposa, conseguindo soltar o botão. Rosna, mas não volta a impedir que ele abaixe o zíper e libere agora sim, seu pen*is. Me dá água na boca ao ver como goteja na minha frente. Pego-o com a mão e olho nos olhos dele antes de lamber a ponta, limpando-a. Ele grunhe e coloca o meu cabelo de volta no ra*bo de cavalo, empurrando os quadris para que eu o coloque na boca. Eu o agrado. Abro a boca e deixo que ele afunde nela a seu gosto. Ele fo*de a minha boca, mas quero que ele faça isso na minha buc*eta. Ele entra e sai com força, não tem piedade, enfia tudo até a ponta tocar a minha garganta, mas consigo não me afogar nem vomitar. Não chupo a pê*nis de muitos porque sempre sou cautelosa em usar preservativo, só chupei o do primeiro com quem tr*ansei e com quem repito de vez em quando. No entanto, os sons que Matheus faz estão me levando ao limite. Guio a minha mão livre para a minha vag*ina e começo a me esfregar, gemendo como ele. Um segundo org*asmo está se formando no meu ventre, mas primeiro quero o seu. Quero prová-lo porque tenho certeza de que o leite dele deve ser delicioso. E morro por me alimentar com ele. Ao mesmo tempo que puxa a minha cabeça para trás, tirando o pê*nis da minha boca e se mas*turba por um segundo, derramando o sê*men no meu rosto. No outro segundo, a cena me parece tão suja que g*ozo pela segunda vez, agora sobre os meus dedos. Ele abaixa o olhar para onde os meus dedos brincam com as minhas dobras, prolongando o meu orgas*mo e grunhe. Quando não sai mais nada do org*asmo dele nem do meu, ela dá um passo para trás e tira a camisa, oferecendo-a a mim. Entendo o que ele quer que eu limpo o meu rosto, fecho os olhos. Ao terminar e abri-los novamente, ele já guardou o pên*is e me olha faminto. — A sua comida está no micro-ondas. Informa e vira-se, sem mais nada, para começar a caminhar em direção às escadas. Sorrio sem poder evitar porque isso foi melhor do que qualquer um dos meus sonhos. E isso que ele nem me beijou, nem comeu a minha buc*eta, ele me fez go*zar com apenas alguns tapas e algumas carícias dos dedos dele na minha boc*eta. Além disso, go*zei enquanto ela me chupava, isso também é novo. Nunca antes me tinha dado vontade de me tocar enquanto chupava o p9au de alguém. A forma como desejo Matheus é doentia, principalmente porque não tem limites. Sei que se ele aceitasse me pegar de verdade, eu deixaria ele fazer qualquer coisa comigo, qualquer coisa. Daria a ele a liberdade de me tomar como quiser porque sei que da forma que me tomar, ele vai me amar e eu vou correr cada vez mais forte do que da última vez. Não tenho provas, mas também não tenho dúvidas. [***] — Não! Acordo tremendo e chorando. Encosto-me na parede da minha cama, me cobrindo toda com o cobertor sem conseguir parar de chorar. A porta se abre de repente e Matheus me examina com o olhar. — Outro pesadelo? Ele pergunta e caminha até a cama. Não me movo, não consigo parar de chorar. Odeio ter esses sonhos, odeio chorar por coisas que a minha imaginação cria para me atormentar. Matheus sobe mais na cama até sentar ao meu lado e puxa o meu corpo para o dele para me abraçar de lado. Continuo chorando por mais alguns minutos enquanto ele se dedica a acariciar os meus braços. — O que você sonhou? Ele pergunta e só a pergunta me faz estremecer. — Alguém entrava na casa e... Eu paro de falar, ne*gando com a cabeça para me colar mais a ele. Sei que com ele estou segura. — Shh, meu amor, ninguém vai entrar na casa. Ninguém vai te machucar. Ele garante, beijando o meu cabelo. Passamos mais alguns minutos em silêncio, até que o meu choro cessa e a minha respiração volta ao normal. Ele se move para me olhar nos olhos e sorri, aproximando-se do meu rosto. O meu coração acelera ao pensar que ele vai me beijar, mas o que ele faz é deixar um beijo na ponta do meu nariz e se afasta. — Não vá. Imploro. — Durma comigo, por favor. Por favor, não me deixe sozinha. Imploro, abraçando o seu corpo quando ele tenta se levantar. — Querida, não consigo. Ele murmura, segurando os meus braços. — Por favor, Matheus, não farei nada, prometo. Insisto. Ele respire fundo. — Tudo bem. Ele aceita e me solta para nos acomodarmos na cama. De uma vez viro-me e ele suspira fundo às minhas costas. — Abraça-me. Murmuro, começando a tremer novamente. Ele faz isso, puxa a minha cintura, colando-me completamente ao seu corpo até que o seu p*au encaixa na minha buc*eta e nós dois ofegamos. Hoje não estou usando short de pijama, mas sim um camisão, e ele subiu, então estou com a cueca dele em contato com a minha tanga. O ar fica denso. — E se esperarmos até o seu aniversário? Ele pergunta de repente, introduzindo a mão por dentro do meu roupão e tocando livremente o meu estômago. Eu jogo a bu*nda mais para trás, esfregando-me contra o seu p*au. — São só duas semanas, não importa. Minimizo a questão num sussurro baixo enquanto levo a sua mão mais para cima, até pegar o meu sei*o e pressioná-lo. — E você é minha filha. Ele acrescenta agora. Sorrio, levando a minha mão para trás para colocá-la entre os dois e tocar o seu pê*nis por cima da cueca. — Enteada. Esclareço. Grunhe, beliscando o meu ma*milo. Gemo com força. — Tanto faz. Ele declara, mas não para de me tocar. — Ainda assim, você não quer fo*der sua enteada, papai? Perguntei como uma verdadeira p*uta, tirando o seu p*au do confinamento da sua cueca e abrindo as minhas pernas um pouco para acomodá-lo bem na entrada da minha bu*ceta, roçando a minha tanga. — Se as pessoas descobrirem. Ele murmura. Mordo o meu lábio inferior e solto o pê*nis dele por um momento para afastar a minha tanga e agora nos tocarmos sem nada no meio. — Ninguém vai saber que estamos tra*nsando, papai. Prometo, roçando, nos encharcando com meus fluidos. — Não pare de me chamar de papai. Ele ordena e então me mexe um pouco, enfiando o pên*is dele até o fundo. Gemo, arqueando as costas. ‍​‌‌​​‌‌‌​​‌​‌‌​‌​​​‌​‌‌‌​‌‌​​​‌‌​​‌‌​‌​‌​​​‌​‌‌‍
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