"Can e Samia na mansão"

1018 Words
Na manhã seguinte, Can leva Samia a mansão que Aziz(pai de Can) havia vendido.  Com os olhos tapados pelas mãos de Can, Samia não imagina a surpresa que lhe aguarda. - Não abra! Não abra ainda! Tá chegando...Abre! - A mansão que era do seu pai. O que a gente faz aqui? Ela havia sido vendida? - A comprei de volta para nós. - Can. Samia abraça-o. - Vem entra. Senta aqui comigo. Gostou da surpresa? - Amei a surpresa! Mas como faremos? Não vamos mais para Galápagos? - Sim iremos! A casa ficará fechada enquanto viajarmos. Mandarei o irmão Rifat, uma vez por semana, para cuidar do jardim e da limpeza. - Oh meu amor, estou muito feliz de voltar aqui.  - Não conte a ninguém além de Lale (irmã de Samia) e Emin (irmão de Can), que comprei essa casa de volta. Ao menos até chegar a semana do nosso casamento. - Mas porquê não Can? - Porque  seus pais, vão ficar ainda mais, no seu pé e no meu. Você sabe que não gosto de segredos, mas também não suporto regras exageradas. Tá bom, amor? - Tá bom.   Samia encosta a cabeça no seu peito. - Aqui passaremos,  os mais lindos dias de nossas vida. Te prometo. Can beija a a testa de Samia.  Merve (mãe de Samia e Lale) liga para o celular de Lale, após várias tentativas para falar Samia. - Lale! - Oi mãe. - Sua irmã está aí? O celular dela está dizendo, que está desligado ou fora da área. - Está sim mamãe!  - Bota ela aí que eu quero falar com ela. - Na verdade, ela almoçou e deitou um pouco. A senhora quer que acorde? Emin, dá um sorriso, pois sabe que sua mulher, ficaria em maus lençóis, caso sua sogra realmente mandasse chamar Sanem. - Não deixa-a dormir.     Lale respira aliviada. - Tá bom mamãe. - Lale, Lale. - Estou ouvindo mamãe. - Can está aí com vocês? - Não. Ele já foi. Parece que ia encontrar-se com um cliente para uma sessão de fotos. - Hoje Domingo? - Evet (Sim). Parece que o cliente só poderá hoje. Vai viajar amanhã cêdo. - Por quê Sanem não foi com ele? - Reunião só de homens. Can preferiu assim. - Oh! Um cavaleiro esse meu genro.    Merve sorri, mas fecha a cara em seguida. - Está bom então. Quando sua irmã acordar, manda ela ligar o telefone. - Pode deixar mamãe.   Lale desliga o celular e olha pra Emin que sorri. - Alah! Alah! Minha mãe está no pé de Samia, amor.  - Sua mãe e as tradições dela.    Emin ri e Lale senta ao seu lado e abraça-o. - Nós fomos criadas nessas tradições amor. E somos felizes assim. - Você tem razão querida.      Emin dá  um beijinho em Leyla. - O que mais me chamou atenção em você Lale, foi o seu comportamento. - Mas a princípio não tinha olhos para mim. Só enxergava Aylin. - Não posso negar que fui um cego durante muito tempo.  - Aquela mulher foi a culpada da separação de Can com minha irmã. - Eu também tive minha parcela de culpa favorita - O que importa agora é que estamos juntos e felizes. Can passeia pelo jardim da mansão com Samia. - Aqui nessa casa criaremos nossos filhos, quando eles vierem. - Quando nos casaremos Can? - Logo. Primeiro farei algo importânte para nós dois. - O quê é Can? - Amanhã você saberá meu tudo. Derya vê um recado em seu celular. - Espero por você amanhã na "Gübre Fikir". - O que significa isso? Derya liga para Munis. - Derya que surpresa! Você me ligando? - Munis recebi uma mensagem do Can, para comparecer na agência amanhã.  - Evet. Ele também me enviou uma. - Teremos alguma festa de despedida, é isso? - Não sei, mas vindo do Can Duglü, pode ser. - Meu telefone está tocando Munis.. - Ok. Amanhã nos vemos. - Fala Ceyhu. - Eu e o Mumu (Mustafá) recebemos uma mensagem do Can. - Acho que não só vocês Ceyhu toda a agência foi convocada. - Será que será para falar do casamento deles que se aproxima? - Não sei Ceyhu. Mas com certeza amanhã saberemos. Nacit (pai de Samia) fecha sua lojinha e retorna para casa. - Merve. - Aqui na cozinha Nacit. - Eu estava conferindo o estoque da nossa loja. - É sério o que você pretende comprar outra loja ao lado, Nacit? - Evet. Quero ampliar nossa loja. - Teremos a maior loja aqui do Distrito. - Farei as entregas chegarem  partir dessa Segunda-feira mais rápido. - Como assim querido? - Contratei um motoboy.  - Samia quando esteve fazendo as entregas abriu novos horizontes para nossa lojinha. Can chega com Samia. - Luz da minha casa, estávamos falando em você. - Iyi geceler (Boa noite) - Iyi geceler. - Can chegou em boa hora. Estou preparando um dolma, para o jantar. Can sorri pra Samia. - Vamos deixar a pizza para outro dia querida? - Tá bom. - Sua mãe fez um pudim saboroso pro almoço. Dê um pouco ao seu noivo filha. - Pode ser depois que comermos dolma, Sr. Nacit. - Can você continua fazendo fotos? - Evet. Tenho inclusive que vender meu outro estúdio e abrir um novo aqui em Istambul. - Mas você prometeu que só fará isso depois do nosso casamento. - Eu tenho muitas propostas para ele, mas não aceitei ainda nenhuma. - Por quê não fica com o estúdio antigo meu genro? Can aponta Samia para Nacit. - Sua filha. Vou me casar com ela. - Eu não quero que Can vá mais pra longe de mim, papai. - Não irei.. Fique certa disso Samia. - Como fará com as fotos então? - Estou usando a cabana como estúdio. - Vamos para mesa? Vou servir o jantar. - Samia contratei um motoboy para loja. - Que bom papai. - Que bom que não é mais você, sentada naquela moto Samia. Não quero que se machuques. Samia sorri ao recordar-se do tombo que levou.
Free reading for new users
Scan code to download app
Facebookexpand_more
  • author-avatar
    Writer
  • chap_listContents
  • likeADD