SERENA NARRANDO Mesmo com incontáveis meses em cativeiro e a quantidade de vezes que Moloch me possuiu, ele nunca tocou em meus lábios. Ele não era capaz de me beijar mesmo sabendo que eu era virgem quando me pegou. De certa forma, eu dava graças a Deus por isso, porque eu vomitaria se tivesse que beijá-lo. Já era demais suportar as mãos dele sobre meu corpo e a forma como me f0dia como uma vadi4 barata. O beijo do Hunter estava sendo capaz de apagar os meses de cativeiro que vivi. Sim, era como se esse beijo fosse uma espécie de cola que juntava meus caquinhos. Após meses me sentindo pior que um copo descartável, que é usado e jogado fora... Eu sentia que eu tinha algum valor. Senti a mão de Hunter subindo por minha coxa, e ele começou a deslizá-la por dentro dela. Ele subiu a mão, enq

