(10 Meses Antes)
Empurrei o quadril para a frente, apenas o suficiente para que a ponta do meu m****o rompesse a entrada estreita. O aperto ao meu redor foi doloroso, uma pressão tão absurda que os meus músculos travaram, mas o prazer intenso me fez ignorar o incômodo na mesma hora.
Senti o momento exato em que a barreira fina cedeu. A prova física da sua inexperiência se partiu sob o meu avanço.
Mesmo com toda a umidade que ela produziu antes, o atrito inicial fez a minha pele arder. Era um calor restrito e fechado. Carmem soltou gemidos muito leves, quase engolidos pelo travesseiro, enquanto eu a preenchia apenas com os primeiros centímetros.
A cabeça do meu p*u sofrendo e agradecendo pela temperatura enquanto avançava.
A criada permanecia de quatro no colchão. A visão da b***a empinada era uma provocação contínua. A pele era macia e clara sob as minhas mãos. Eu alisei as curvas dela, apertando a carne com os dedos, mas evitei dar tapas.
Não queria assustá-la. Não agora, no primeiro contato, pois eu tinha absoluta certeza de que teria inúmeras outras oportunidades de marcá-la.
Bem lentamente, movi o quadril de novo, empurrando o meu cajado até a metade. O limite do corpo dela estava sendo testado.
— Está doendo — ela choramingou, a voz apertada.
— Cale-se.
A visão dos grandes lábios dela se esticando ao redor do meu m****o era fascinante. O contraste escuro do quarto com a palidez dela me mantinha focado, assim como todo o aperto que latejava na minha carne.
Parei o movimento. Fiquei parado dentro dela, respirando fundo. Percebi que eu não ia conseguir ir até o fundo da sua b****a pequena. Não porque a nossa excitação não permitisse, o meu corpo exigia que eu enterrasse tudo de uma vez.
Mas porque forçar a passagem inteira iria machucá-la além da conta.
Eu não estava disposto a esperar dias ou semanas para tomá-la novamente. Se ela se rasgasse agora, levaria muito tempo para se recuperar, e eu a queria na minha cama nas próximas noites.
A decisão foi puramente egoísta.
— Controle o movimento — instruí, segurando a cintura fina. — Empurre seu quadril para a frente e para trás.
Ela assentiu, a cabeça balançando contra os lençóis.
A submissão fácil me deu um pico de irritação e controle. Mudei de ideia sobre esperar. Ergui a mão direita e desferi um tapa firme na nádega dela. O estalo seco soou no quarto e Carmem soltou um gritinho de susto.
A marca vermelha dos meus dedos surgiu imediatamente na pele branca.
— Diga “sì, signore” sempre que eu te der uma ordem — determinei.
— Sì, signore — a voz dela saiu embargada, vacilante.
Então ela começou a se movimentar. O quadril dela foi para a frente, escorregando pelo meu m****o, e voltou para trás, engolindo a minha carne novamente. Eu acompanhei o ritmo, movendo o meu quadril devagar para encontrar as investidas dela.
O movimento começou a acelerar. O choro reprimido de Carmem foi se transformando em arquejos diferentes. Ela estava começando a sentir o próprio prazer no meio do atrito.
A marca vermelha na b***a dela pulsava na minha visão. Mordi o lábio inferior. Eu queria marcá-la ainda mais. Eu precisava ver o meu rastro nela. Não me segurei e dei um segundo tapa, desta vez no lado esquerdo.
O impacto a assustou, mas a reação do corpo foi imediata. A b****a de Carmem se contraiu, me apertando com uma força que quase me fez perder o controle ali mesmo.
O ritmo acelerou de vez. A umidade natural da criada se misturava ao calor do contato, os fluidos marcando a minha pele a cada movimento rápido.
Os gemidos dela subiram de tom. O corpo inteiro de Carmem ficou rígido sob as minhas mãos. Ela gozou de forma tão intensa e violenta que os espasmos musculares praticamente expulsaram o meu p*u para fora.
O aperto espasmódico a fez desmoronar.
Ela cedeu sobre os cotovelos e se deitou de lado na cama, virando o rosto para me olhar. O peito dela subia e descia em um ritmo frenético. O corpo estava coberto por uma fina camada de suor, refletindo a luz fraca do abajur.
— Signor Romeo... — os olhos escuros piscaram devagar. — Eu não aguento mais.
Eu sorri, limpando a garganta. O meu p*u continuava duro, manchado de branco, doendo de tanta excitação contida.
— Mas eu aguento. Abra as pernas.