Capítulo 9: Romeo

742 Words
(10 Meses Antes) Empurrei o quadril para a frente, apenas o suficiente para que a ponta do meu m****o rompesse a entrada estreita. O aperto ao meu redor foi doloroso, uma pressão tão absurda que os meus músculos travaram, mas o prazer intenso me fez ignorar o incômodo na mesma hora. Senti o momento exato em que a barreira fina cedeu. A prova física da sua inexperiência se partiu sob o meu avanço. Mesmo com toda a umidade que ela produziu antes, o atrito inicial fez a minha pele arder. Era um calor restrito e fechado. Carmem soltou gemidos muito leves, quase engolidos pelo travesseiro, enquanto eu a preenchia apenas com os primeiros centímetros. A cabeça do meu p*u sofrendo e agradecendo pela temperatura enquanto avançava. A criada permanecia de quatro no colchão. A visão da b***a empinada era uma provocação contínua. A pele era macia e clara sob as minhas mãos. Eu alisei as curvas dela, apertando a carne com os dedos, mas evitei dar tapas. Não queria assustá-la. Não agora, no primeiro contato, pois eu tinha absoluta certeza de que teria inúmeras outras oportunidades de marcá-la. Bem lentamente, movi o quadril de novo, empurrando o meu cajado até a metade. O limite do corpo dela estava sendo testado. — Está doendo — ela choramingou, a voz apertada. — Cale-se. A visão dos grandes lábios dela se esticando ao redor do meu m****o era fascinante. O contraste escuro do quarto com a palidez dela me mantinha focado, assim como todo o aperto que latejava na minha carne. Parei o movimento. Fiquei parado dentro dela, respirando fundo. Percebi que eu não ia conseguir ir até o fundo da sua b****a pequena. Não porque a nossa excitação não permitisse, o meu corpo exigia que eu enterrasse tudo de uma vez. Mas porque forçar a passagem inteira iria machucá-la além da conta. Eu não estava disposto a esperar dias ou semanas para tomá-la novamente. Se ela se rasgasse agora, levaria muito tempo para se recuperar, e eu a queria na minha cama nas próximas noites. A decisão foi puramente egoísta. — Controle o movimento — instruí, segurando a cintura fina. — Empurre seu quadril para a frente e para trás. Ela assentiu, a cabeça balançando contra os lençóis. A submissão fácil me deu um pico de irritação e controle. Mudei de ideia sobre esperar. Ergui a mão direita e desferi um tapa firme na nádega dela. O estalo seco soou no quarto e Carmem soltou um gritinho de susto. A marca vermelha dos meus dedos surgiu imediatamente na pele branca. — Diga “sì, signore” sempre que eu te der uma ordem — determinei. — Sì, signore — a voz dela saiu embargada, vacilante. Então ela começou a se movimentar. O quadril dela foi para a frente, escorregando pelo meu m****o, e voltou para trás, engolindo a minha carne novamente. Eu acompanhei o ritmo, movendo o meu quadril devagar para encontrar as investidas dela. O movimento começou a acelerar. O choro reprimido de Carmem foi se transformando em arquejos diferentes. Ela estava começando a sentir o próprio prazer no meio do atrito. A marca vermelha na b***a dela pulsava na minha visão. Mordi o lábio inferior. Eu queria marcá-la ainda mais. Eu precisava ver o meu rastro nela. Não me segurei e dei um segundo tapa, desta vez no lado esquerdo. O impacto a assustou, mas a reação do corpo foi imediata. A b****a de Carmem se contraiu, me apertando com uma força que quase me fez perder o controle ali mesmo. O ritmo acelerou de vez. A umidade natural da criada se misturava ao calor do contato, os fluidos marcando a minha pele a cada movimento rápido. Os gemidos dela subiram de tom. O corpo inteiro de Carmem ficou rígido sob as minhas mãos. Ela gozou de forma tão intensa e violenta que os espasmos musculares praticamente expulsaram o meu p*u para fora. O aperto espasmódico a fez desmoronar. Ela cedeu sobre os cotovelos e se deitou de lado na cama, virando o rosto para me olhar. O peito dela subia e descia em um ritmo frenético. O corpo estava coberto por uma fina camada de suor, refletindo a luz fraca do abajur. — Signor Romeo... — os olhos escuros piscaram devagar. — Eu não aguento mais. Eu sorri, limpando a garganta. O meu p*u continuava duro, manchado de branco, doendo de tanta excitação contida. — Mas eu aguento. Abra as pernas.
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