(7 Meses Antes)
O ritmo dos nossos corpos aumentou. A minha necessidade de provar a mim mesmo que a propriedade que eu exercia sobre ela não tinha limites me fez querer cruzar uma linha diferente.
Segurei os quadris de Carmem e a virei de bruços. Puxei o corpo dela para cima, forçando a garota a ficar de quatro.
Apanhei a minha gravata, que estava caída na beirada do colchão, e juntei os pulsos dela. Amarrei as mãos da criada com um nó forte nas madeiras da cabeceira da cama.
Ela arfou, confusa com a mudança.
— Eu vou tomar você por trás — avisei.
Não esperei por nenhuma preparação. Posicionei o meu corpo e forcei a entrada anal, afundando a cabeça do p*u de uma vez e prosseguindo com o resto do corpo do cajado.
A reação foi instantânea. A dor excruciante a atingiu em cheio. Carmem soltou um grito rasgado no travesseiro e começou a se debater com violência.
Ela tensionou as costas, puxando os pulsos presos na cabeceira para tentar rastejar para frente e fugir do meu corpo a qualquer custo. O puro reflexo de sobrevivência quebrou a postura da mulher dócil. Ela lutava contra as amarras, ofegando em pânico.
A recusa física e o terror nas reações dela me fizeram parar.
Puxei o meu quadril para trás, recuando. O corpo dela tremeu inteiro, recostando sobre os próprios joelhos.
Não insisti. Desci as minhas mãos pela cintura dela, alinhei o meu m****o e voltei para a v****a. A penetração recomeçou com força, marcando a reta final do ato. As estocadas seguiram fundas e sem pausa.
Carmem ainda soluçava, tentando recuperar o fôlego após a dor anterior.
Quando o clímax bateu, puxei o meu corpo para trás, saindo de dentro dela. Segurei os cabelos da nuca de Carmem, puxei o rosto dela para perto e a obriguei a abrir a boca. Despejei tudo nela, forçando-a a engolir até a última gota.
Ela tossiu baixo, engasgando um pouco, mas obedeceu.
Fiquei de joelhos no colchão e desfiz o nó da gravata na cabeceira. Os braços dela caíram amolecidos.
Encarei o rosto da minha criada enquanto a minha respiração voltava ao compasso normal.
— Da próxima vez que eu quiser ir por trás, é melhor você deixar — avisei, a voz fria e clara.
Ela ergueu o rosto e me encarou.
Por uma fração de segundo, a máscara da garota servil ruiu por completo. A mulher de Trapani me olhou com um ódio assassino e palpável.
Os olhos escuros ferviam com uma fúria tão crua que chegou a me surpreender, mas não era a primeira vez que eu via essa sua face. Era a expressão exata de alguém pronta para abrir a minha garganta com uma lâmina.
Tão rápido quanto surgiu, a imagem sumiu. Ela piscou, engoliu a própria fúria junto com a minha p***a e abaixou a cabeça, recolhendo os ombros.
A submissão retornou para o lugar de onde não deveria ter saído.
— Sì, signore.