Capítulo 44: Romeo

497 Words
(7 Meses Antes) O ritmo dos nossos corpos aumentou. A minha necessidade de provar a mim mesmo que a propriedade que eu exercia sobre ela não tinha limites me fez querer cruzar uma linha diferente. Segurei os quadris de Carmem e a virei de bruços. Puxei o corpo dela para cima, forçando a garota a ficar de quatro. Apanhei a minha gravata, que estava caída na beirada do colchão, e juntei os pulsos dela. Amarrei as mãos da criada com um nó forte nas madeiras da cabeceira da cama. Ela arfou, confusa com a mudança. — Eu vou tomar você por trás — avisei. Não esperei por nenhuma preparação. Posicionei o meu corpo e forcei a entrada anal, afundando a cabeça do p*u de uma vez e prosseguindo com o resto do corpo do cajado. A reação foi instantânea. A dor excruciante a atingiu em cheio. Carmem soltou um grito rasgado no travesseiro e começou a se debater com violência. Ela tensionou as costas, puxando os pulsos presos na cabeceira para tentar rastejar para frente e fugir do meu corpo a qualquer custo. O puro reflexo de sobrevivência quebrou a postura da mulher dócil. Ela lutava contra as amarras, ofegando em pânico. A recusa física e o terror nas reações dela me fizeram parar. Puxei o meu quadril para trás, recuando. O corpo dela tremeu inteiro, recostando sobre os próprios joelhos. Não insisti. Desci as minhas mãos pela cintura dela, alinhei o meu m****o e voltei para a v****a. A penetração recomeçou com força, marcando a reta final do ato. As estocadas seguiram fundas e sem pausa. Carmem ainda soluçava, tentando recuperar o fôlego após a dor anterior. Quando o clímax bateu, puxei o meu corpo para trás, saindo de dentro dela. Segurei os cabelos da nuca de Carmem, puxei o rosto dela para perto e a obriguei a abrir a boca. Despejei tudo nela, forçando-a a engolir até a última gota. Ela tossiu baixo, engasgando um pouco, mas obedeceu. Fiquei de joelhos no colchão e desfiz o nó da gravata na cabeceira. Os braços dela caíram amolecidos. Encarei o rosto da minha criada enquanto a minha respiração voltava ao compasso normal. — Da próxima vez que eu quiser ir por trás, é melhor você deixar — avisei, a voz fria e clara. Ela ergueu o rosto e me encarou. Por uma fração de segundo, a máscara da garota servil ruiu por completo. A mulher de Trapani me olhou com um ódio assassino e palpável. Os olhos escuros ferviam com uma fúria tão crua que chegou a me surpreender, mas não era a primeira vez que eu via essa sua face. Era a expressão exata de alguém pronta para abrir a minha garganta com uma lâmina. Tão rápido quanto surgiu, a imagem sumiu. Ela piscou, engoliu a própria fúria junto com a minha p***a e abaixou a cabeça, recolhendo os ombros. A submissão retornou para o lugar de onde não deveria ter saído. — Sì, signore.
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